domingo, 8 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
NOSSA COLAÇÃO DE GRAU É HOJE- NPM- MAGISTÉRIO 2013
Em 2013... Rí😀, Cresci, Evolui, me Iludi, Curti😛, Aprendi, me Diverti, mais não Morri. Eu Chorei, Sonhei💬, me Ferrei, Realizei😛, Errei😯, me Decepcionei, ESTUDEI, Briguei, Apaixonei, Mudei😐, Dancei, Aproveitei, Lembrei💭,
fui Lembrado💬, Conheci novos Amigos😛 É.. Enfim eu ViVi!!!😛
agradeço muito por você ter feito parte do meu 2013!!!
# repasse para quem você não quer perder em 2014!!!🎊
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
HISTÓRIA DA DONA BARATINHA
Quem quer casar com a dona Baratinha que tem fita no cabelo e $ dinheiro na caixinha
sábado, 23 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
BABALU É CALIFÓRNIA
Babalu é californai californai é babalu
eu danço discoteca, discoteca do chacrinha..
budinha arrebitada
suvaco de galinha
e ypysolon
e babalu
(Brincadeira desenvolvida em sala de aula)
Disciplina: Educação Corporal
Professor: Alyson
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
FILME- ESCRITORES DA LIBERDADES
PROFESSORA MARISA PASSOU ESSE FILME NO INÍCIO DO ANO, MUITO BOM.
SUGERIDO TAMBÉM PELO NOSSO PSICÓLOGO LEONIO.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
PROFESSORA SIM, TIA NÃO
Professora sim, tia não - (Cartas a quem ousa ensinar)
Introdução
Segundo Paulo Freire professora e tia são dois papéis distintos, pois para ser professora é necessária uma formação acadêmica, uma profissão com direitos, enquanto ser tia trata-se apenas de um relacionamento de parentesco com a criança sendo outros tipos de comportamentos,habilidades e responsabilidades.Igualar tia á professora é reduzir sua profissão de ensinar,de ter direitos e serem livres para brigarem se preciso for pelos mesmos. Tendo por ideologia que professora é simples tia e sua responsabilidade é somente a criança e não lições também de democracia e deveres, sendo livres para exercer tal aptidão. A professora é levada a buscar a liberdade e direitos da profissão, não se deixando ser oprimida pelo autoritarismo político e ser ousada,assumindo com amor e ousadia nosso papel,através da democracia.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
PERDOAR
Estamos em um mundo carente de perdão. Tanto na nossa comunidade local quanto no mundo, vemos violência e conflitos que se agravam. Nossas crianças têm o futuro em seu coração. A autora Carol Ann Morrow espera incutir a virtude do perdão nos corações dos jovens. Ela ensina às crianças que elas podem escolher entre deixarem-se magoar pela raiva, que endurece o coração, ou permitirem-se experimentar a força libertadora do perdão. Os leitores jovens aprenderão, junto com os seus amiguinhos élficos, que às vezes todos nós precisamos de mais uma chance.
FICAR COM RAIVA NÃO É RUIM
ESCRITORA: MICHAELENE MUNDY
Você pode ficar com raiva e ainda assim ser bom. Afinal, todos nós nos irritamos de vez em quando. Isso é normal. Mas o que devemos fazer com a nossa raiva? Temos alguma escolha? Ficar com raiva não é ruim diz que as crianças têm escolhas, do mesmo modo que os adultos amorosos podem escolher sobre o que ensinar-lhes com relação à raiva. Através da compreensão das sensações produzidas pela raiva e do que a desencadeia, podemos aprender e ensinar maneiras saudáveis de controlá-la. Este livro cairá no gosto de pais, professores e educadores em geral. Ele oferece às crianças uma visão positiva e honesta da raiva e do que fazer com ela.
sábado, 24 de agosto de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
O QUE ACONTECEU DE MAIS IMPORTANTE EM 1968
Vários autores brasileiros e estrangeiros publicaram livros especialmente para contar sobre as mudanças políticas, econômicas e culturais ocorridas ou finalizadas em 1968.
O maior especialista no assunto no Brasil é o escritor Zuenir Ventura, autor dos livros "1968 - o ano que não terminou" e "1968 - o que fizemos nós".
Há uma comunidade no ORKUT ( Zuenir Ventura), que você pode conhecer. Como escritora, eu o aconselho a ler pelo menos o primeiro desses livros. É difícil resumir, mas posso lhe dizer que 1968 foi um ano muito importante na história da humanidade. No Brasil, tivemos (como agora estamos tendo), influências externas, principalmente de ideologias políticas, (comunismo) e de comportamento ( Beatles), mas influenciamos também outras culturas com as músicas da Bossa Nova e Jovem Guarda. O AI-5 foi a medida restritiva das liberdades individuais que o Governo Militar considerou inevitável para acabar com as manifestações de rua e prender revolucionários contrários à ditadura, eliminando do cenário político da época as influências sobre jovens estudantes.
O maior especialista no assunto no Brasil é o escritor Zuenir Ventura, autor dos livros "1968 - o ano que não terminou" e "1968 - o que fizemos nós".
Há uma comunidade no ORKUT ( Zuenir Ventura), que você pode conhecer. Como escritora, eu o aconselho a ler pelo menos o primeiro desses livros. É difícil resumir, mas posso lhe dizer que 1968 foi um ano muito importante na história da humanidade. No Brasil, tivemos (como agora estamos tendo), influências externas, principalmente de ideologias políticas, (comunismo) e de comportamento ( Beatles), mas influenciamos também outras culturas com as músicas da Bossa Nova e Jovem Guarda. O AI-5 foi a medida restritiva das liberdades individuais que o Governo Militar considerou inevitável para acabar com as manifestações de rua e prender revolucionários contrários à ditadura, eliminando do cenário político da época as influências sobre jovens estudantes.
Fonte(s):
Zuenir Ventura, autor dos livros "1968 - o ano que não terminou" e "1968 - o que fizemos nós".
Conhecimento pessoal.
www.sandrafayad.prosaeverso.net
Conhecimento pessoal.
www.sandrafayad.prosaeverso.net
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
VOLTA ÀS AULAS, MARAVILHA, JÁ ESTAVA COM SAUDADES...
Olá colegas de sala, mais uma etapa a ser vencida.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
#BorapraSãoPaulo#nocasamentodeminhairmCris Ribeiro,adoro.
Meninas do Normal Pós-Médio terça-feira estarei de volta, ficarei com saudades....Beijos!!!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
COMBEM DE GUANHÃES
TARDE DIVERTIDA COM AS CRIANÇAS DO COMBEM DE GUANHAES, PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE ALYSON NASCIMENTO.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
PALAVRAS E IDEIAS PODEM MUDAR O MUNDO, um bom professor é aquele que ensina a pensar, assim como Watt Whitman ensinou,por meio de sua poesia, aos homens lutarem a favor da liberdade com o poder das palavras,Assim fez Ghandi, assim ensinou Buda, assim assinalou Cristo, grandes filósofos, que usaram a palavra para modificar o sistema vigente.
domingo, 26 de maio de 2013
ALFABETIZAÇÃO INFANTIL
A polêmica sobre ensinar ou não as crianças a ler e a escrever já na Educação Infantil tem origem em pressupostos diferentes a respeito de várias questões. Entre elas:
■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.
■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.
■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.
■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.
■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
Em razão desses diferentes pressupostos, alguns educadores receiam a antecipação de práticas pedagógicas tradicionais do Ensino Fundamental antes dos 6 anos (exercícios de prontidão, cópia e memorização) e a perda do lúdico. Como se a escrita entrasse por uma porta e as atividades com outras linguagens (música, brincadeira, desenho etc.) saíssem por outra. Por outro lado, há quem valorize a presença da cultura escrita na Educação Infantil por entender que para o processo de alfabetização é importante a criança ter familiaridade com o mundo dos textos.
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
Grande parte das crianças da escola pública depende desse espaço para ter acesso a esse patrimônio cultural. A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
Grande parte das crianças da escola pública depende desse espaço para ter acesso a esse patrimônio cultural. A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das crianças. Ao democratizar o acesso à cultura escrita, ela contribui para minimizar diferenças socioculturais. Para que os alunos aprendam a ler e a escrever, é preciso que participem de atos de leitura e escrita desde o início da escolarização. Se a Educação Infantil cumprir seu papel, envolvendo os pequenos em atividades que os façam pensar e compreender a escrita, no final dessa etapa eles estarão naturalmente alfabetizados (ou aptos a dar passos mais ousados em seus papéis de leitores e escritores)".
quarta-feira, 15 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
ECA- ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Dispõe sobre o
Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA
REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Lei:
Título I
Das Disposições
Preliminares
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança
e ao adolescente.
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a
pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e
dezoito anos de idade.
Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se
excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de
idade.
Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos
fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de
que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as
oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico,
mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.
Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em
geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos
direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao
lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e
à convivência familiar e comunitária.
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer
circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de
relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políticas
sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas
relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de
qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade
e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos
seus direitos fundamentais.
Art. 6º Na interpretação desta Lei levar-se-ão em conta os
fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem comum, os direitos e
deveres individuais e coletivos, e a condição peculiar da criança e do
adolescente como pessoas em desenvolvimento.
Título II
Dos Direitos Fundamentais
Capítulo I
Do Direito à Vida e à Saúde
Art. 7º A criança e o adolescente têm direito a proteção à
vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que
permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições
dignas de existência.
Art. 8º É assegurado à gestante, através do Sistema Único de
Saúde, o atendimento pré e perinatal.
§ 1º A gestante será encaminhada aos diferentes níveis de
atendimento, segundo critérios médicos específicos, obedecendo-se aos
princípios de regionalização e hierarquização do Sistema.
§ 2º A parturiente será atendida preferencialmente pelo
mesmo médico que a acompanhou na fase pré-natal.
§ 3º Incumbe ao poder público propiciar apoio alimentar à
gestante e à nutriz que dele necessitem.
§ 4o Incumbe ao poder público proporcionar
assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e pós-natal,
inclusive como forma de prevenir ou minorar as consequências do estado
puerperal. (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência
§ 5o A assistência referida no § 4o deste artigo
deverá ser também prestada a gestantes ou mães que manifestem interesse em
entregar seus filhos para adoção. (Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009)
Vigência
Art. 9º O poder público, as instituições e os empregadores
propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de
mães submetidas a medida privativa de liberdade.
Art. 10. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à
saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a:
I - manter registro das atividades desenvolvidas, através de
prontuários individuais, pelo prazo de dezoito anos;
II - identificar o recém-nascido mediante o registro de sua
impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de
outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente;
III - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica
de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação
aos pais;
IV - fornecer declaração de nascimento onde constem
necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato;
V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a
permanência junto à mãe.
Art. 11. É assegurado atendimento médico à criança e ao
adolescente, através do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e
igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde.
Art. 11. É assegurado atendimento integral à saúde da
criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o
acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e
recuperação da saúde. (Redação dada pela Lei nº 11.185, de 2005)
§ 1º A criança e o adolescente portadores de deficiência
receberão atendimento especializado.
§ 2º Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles
que necessitarem os medicamentos, próteses e outros recursos relativos ao
tratamento, habilitação ou reabilitação.
Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão
proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou
responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente.
Art. 13. Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos
contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho
Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
Parágrafo único. As
gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção
serão obrigatoriamente encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude.
(Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência
Art. 14. O Sistema Único de Saúde promoverá programas de
assistência médica e odontológica para a prevenção das enfermidades que
ordinariamente afetam a população infantil, e campanhas de educação sanitária
para pais, educadores e alunos.
Parágrafo único. É obrigatória a vacinação das crianças nos
casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
TEMA "MORTE", PARA SER TRABALHADO NA PESQUISA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
"Falando de Morte com crianças"
O texto a seguir encontrei numa viajem que fiz pela NET no SITE:http://www.aconteser.com.br/falandodemorte.htm com o propósito de ter noção, de como dar abertura a esse assunto que é um dos maiores tabus na nossa sociedade ocidental, um tema que está sempre associado à dor, tristeza, sofrimento, perdas, fracasso, impotência, experiências negativas.
*****
"Falando de morte"
"Falando de morte com crianças" é uma Projeto que tem como objetivo oferecer um espaço para "colocar o assunto na roda" a partir da reflexão e questionamento das convicções à respeito da vida e da morte, visando contribuir para a sua desmistificação e a diminuição da negação e do pavor que ela provoca, a fim de encará-la como parte natural da vida e a de melhor lidar com ela no cotidiano pessoal e profissional.
"Falando de morte com crianças"
Assim como o nascimento, a morte é parte da vida, mas na nossa sociedade ocidental a morte é um grande tabu, um assunto evitado, negado, ignorado, do qual ninguém quer falar e do qual entende-se que as crianças precisam ser afastadas, protegidas, poupadas.
Para os adultos - pais, educadores e profissionais de saúde -, é muito difícil falar com as crianças sobre a morte, assim como outras questões de grande importância como sexualidade, separação, adoção, dentre outras.
Mas as crianças não desconhecem a realidade da morte, elas têm sua forma própria de perceber, compreender e reagir à morte, forma esta que está sempre presente em suas brincadeiras, curiosidades e em suas próprias experiências de perdas e luto, e o adulto que silencia diante da morte não está protegendo sua criança e sim deixando-a sozinha em suas dúvidas, ansiedades, temores e fantasias.
Dessa forma, o "Falando de morte com crianças" tem como principais objetivos contribuir para a desmistificação do tema da morte no universo infantil, facilitar o diálogo dos adultos com as crianças sobre o tema; ajudar a criança a melhor compreender e lidar com a morte e com as perdas que irá se deparar ao longo de seu desenvolvimento, bem como contribuir para a formação de adultos mais capazes de lidar e conviver com a realidade da morte.
Para os adultos - pais, educadores e profissionais de saúde -, é muito difícil falar com as crianças sobre a morte, assim como outras questões de grande importância como sexualidade, separação, adoção, dentre outras.
Mas as crianças não desconhecem a realidade da morte, elas têm sua forma própria de perceber, compreender e reagir à morte, forma esta que está sempre presente em suas brincadeiras, curiosidades e em suas próprias experiências de perdas e luto, e o adulto que silencia diante da morte não está protegendo sua criança e sim deixando-a sozinha em suas dúvidas, ansiedades, temores e fantasias.
Dessa forma, o "Falando de morte com crianças" tem como principais objetivos contribuir para a desmistificação do tema da morte no universo infantil, facilitar o diálogo dos adultos com as crianças sobre o tema; ajudar a criança a melhor compreender e lidar com a morte e com as perdas que irá se deparar ao longo de seu desenvolvimento, bem como contribuir para a formação de adultos mais capazes de lidar e conviver com a realidade da morte.
"Reflexão sobre a morte e o luto na infância"
Através de exposições teóricas básicas sobre a morte e o luto na infância, bem como sobre as formas possíveis de dialogar sobre o tema, propiciar um espaço de discussão, reflexão e troca de experiências sobre a morte no universo infantil, a fim de encontrar formas adequadas e seguras de conversar com as crianças, de ajudá-las a melhor compreender e lidar com a morte e as perdas que irá sofrer no decorrer de sua vida.
*****
PERDAS: Falando a Verdade
Nos desenhos animados, a casa desaba e o personagem sai dos escombros ileso, lépido e faceiro. Como acreditar então em morte irreversível? Crianças entre dois e quatro anos raramente se perturbam e ficam ansiosas pela visão da morte, pois não têm idéia do que ela significa.
- A irreversibilidade é um conceito que ainda não existe nessa faixa etária.
Esses sentimentos emergem por volta dos cinco ou seis anos. Um pouco mais tarde, por volta dos sete, começa a aparecer o sentimento de perda, ao mesmo tempo em que a criança começa a ler e a entender melhor a realidade que a cerca. Violência, câncer, acidentes e tóxicos já podem entrar no bate-papo. É justamente nessa fase que ocorrem a maioria das perguntas sobre a morte.
As perguntas podem parecer difíceis até para os adultos – por quê ela viveu tão pouco? Para onde ela foi? – mas as respostas devem ser simples e verdadeiras, baseadas nas suas crenças pessoais. Se você não sabe a resposta ou têm dúvidas sobre o assunto, diga isso para a criança.
- O que vale é passar uma idéia na qual você acredita. É sempre preferível dizer a verdade - a sua verdade.
ORIENTAÇÕESComo lidar com a situação:
- Diga sempre a verdade. Evite criar histórias mirabolantes e fantasiosas. Se disser que a pessoa que morreu foi para o céu, um lugar maravilhoso, cheio de brinquedos, por exemplo, a criança pode querer ir para lá também. Além disso, o pequeno nota a incoerência do argumento, pois se o lugar é tão bom, por que todos estão tristes?
- Respeite o tempo da criança. Ela pergunta de acordo com a sua capacidade de entender.
- Dê respostas curtas e objetivas. Avance apenas se a criança pedir mais explicações.
- Respeite o desejo da criança. Se ela faz questão de ir ao velório, leve-a (não precisa ficar o tempo todo).
- Use exemplos do cotidiano.
- Evite desmentir a versão de um companheiro.
- Os pais não são obrigados a saber tudo. Seja franco se tiver dúvida. Se achar necessário, porque ajuda profissional.
- A irreversibilidade é um conceito que ainda não existe nessa faixa etária.
Esses sentimentos emergem por volta dos cinco ou seis anos. Um pouco mais tarde, por volta dos sete, começa a aparecer o sentimento de perda, ao mesmo tempo em que a criança começa a ler e a entender melhor a realidade que a cerca. Violência, câncer, acidentes e tóxicos já podem entrar no bate-papo. É justamente nessa fase que ocorrem a maioria das perguntas sobre a morte.
As perguntas podem parecer difíceis até para os adultos – por quê ela viveu tão pouco? Para onde ela foi? – mas as respostas devem ser simples e verdadeiras, baseadas nas suas crenças pessoais. Se você não sabe a resposta ou têm dúvidas sobre o assunto, diga isso para a criança.
- O que vale é passar uma idéia na qual você acredita. É sempre preferível dizer a verdade - a sua verdade.
ORIENTAÇÕESComo lidar com a situação:
- Diga sempre a verdade. Evite criar histórias mirabolantes e fantasiosas. Se disser que a pessoa que morreu foi para o céu, um lugar maravilhoso, cheio de brinquedos, por exemplo, a criança pode querer ir para lá também. Além disso, o pequeno nota a incoerência do argumento, pois se o lugar é tão bom, por que todos estão tristes?
- Respeite o tempo da criança. Ela pergunta de acordo com a sua capacidade de entender.
- Dê respostas curtas e objetivas. Avance apenas se a criança pedir mais explicações.
- Respeite o desejo da criança. Se ela faz questão de ir ao velório, leve-a (não precisa ficar o tempo todo).
- Use exemplos do cotidiano.
- Evite desmentir a versão de um companheiro.
- Os pais não são obrigados a saber tudo. Seja franco se tiver dúvida. Se achar necessário, porque ajuda profissional.
*****
ELIANA PIPOCA CALVACANTI
ELIANA PIPOCA CALVACANTI
domingo, 14 de abril de 2013
SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM CARMÉSIA
PALESTRANTE DA EDITORA SARAIVA "CLAYTON PEREIRA" E SOCIÓLOGO.
CLAYTON E MÁRCIA GODINHO DA SRE/GUANHÃES
NOSSO COORDENADOR E DIRETOR DO CMEI "ALYSON" E ELISÂNGELA- PEDAGOGA
FLÁVIA HENRIQUES- PALESTRANTE DA ED.SARAIVA E PEDAGOGA
sábado, 13 de abril de 2013
I SEMINÁRIO DA EDUCAÇÃO EM CARMÉSIA
MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO- PALESTRANTE "CLAYTON PEREIRA" DA EDITORA SARAIVA DE BH.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Conhecendo Reggio Emilia
Maria Isabel Edelweiss Bujes**
Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
RESUMO: Este estudo faz uma análise da abordagem da Reggio
Emília para a Educação Infantil. Assumindo uma posição pósestruturalista de inspiração foucaultiana, descreve a proposta
italiana e anatomiza seus discursos. A utilização das ferramentas
teórico-metodológicas possibilita determinar um espaço analítico -
no qual os domínios da ética e da política se cruzam permanentemente - para entender como operam as modernas práticas de
subjetivação, nessas experiências educativas destinadas a crianças
de tenra idade. O exame breve e pontual da referida abordagem
possibilita destacar vocabulários provenientes de campos claramente identificáveis para indicar suas articulações, filiações,
compromissos. Pressupondo-se que é a linguagem que permite
tornar determinada "porção da realidade" pensável, mostra-se
como as palavras podem tornar inteligíveis as práticas sociais e
expressar direções desejáveis para ali produzir intervenções.
PALAVRAS-CHAVE: Governamento da Infância; Reggio Emilia;
Tecno-logias do Eu; Manuais para Professoras
sábado, 6 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
MAGISTÉRIO EM AÇÃO - CIRCO NO CMEI
NOSSO COORDENADOR "ALYSON" QUE OUSOU E PROPÔS O DESAFIO.
CONVITES PARA CONVIDADOS VIP'S DA ÁREA DA EDUCAÇÃO
ROSELI - COORDENADORA DA PESQUISA EM LOCO.
BOA TARDE, RESPEITÁVEL PÚBLICO - O CIRCO CHEGOU NO CMEI
COMEMORANDO UM ANO DE FUNCIONAMENTO DA CRECHE "CMEI"
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